Depois do café no hostel Yanay Inn (Av. Luna Pizzarro, 511, Urbanuzacion Vallecito, Arequipa), preparado pelo Luis, eu e o Nelo saímos atrás das Llantas ou Neumaticos. Depois de mais de uma hora rodando na cidade de Arequipa, conseguimos pneus Pirelli, brasileiros, pela metade do preço praticado no brasil... Mais 6 pila para trocarem os pneus em uma oficina... Mais a troca do óleo da moto do Nelo... Fechado!
Às 13h saímos de Arequipa em direção ao Pacífico, agora com pneus novos. Descemos a cordilheira andina até Punta de Bombón. Depois, percorremos a Constanera Norte até Ilo, com lindas paisagens, de um lado o Pacifico e de outro a cordilheira. Valeu pela dica, Carlão.
Em Ilo, o cheiro de peixe tomou cinta do lugar. Dezenas de barcos pesqueiros enfeitavam o entardecer no Pacífico no sul do Peru. Seguimos pela rota 1E até La Yarada. Já estava escuro quando um cachorro peruano de meia estatura resolveu me atropelar. Pobre Perro! Comigo, no passo nada, gracias a Dios!
Chegamos em Tacna já de noite. O hostel que eu ti ha mapeado no booking não tinha vaga. Mas no hostel do lado havia. Então, show de bola. Sem café da manhã, pero que más em cuenta!
Mais uma parrilha nos arredores da plaza de armas, cusquenhas, sorvetes, e estávamos saciados para dormir.
Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres.
3 irmãos, 3 Yamaha TDM900, 6 Países, 1 sonho, 1 aventura, várias pessoas na garupa
terça-feira, 24 de maio de 2016
Dia 16 - Ollantaytambo /Arequipa
Saímos logo depois das 5h, em direção à cidade perdida dos Incas. Eu, a Paula e o Josué, pela trilha. O Nelo e a Jucelia, by bus!
Nós demoramos 1,5 h, para subir as escadarias de pedra até a entrada de Machu Picchu. Lá, contratamos um dos vários guias que se oferecem na entrada... Junto com um mexicano e duas venezuelanas (grupo de 6), pagamos S/. 20 por pessoa.
O Tour Guiado durou 2h. Vale a pena ter um, se vc não é um grande conhecedor da cultura Inca e da cidade perdida.
A Jucelia e o Nelo nos encontraram assim que o tour acabou (baita sorte).
Andamos pelas ruínas, descansamos à sombra da vegetação no lado superior esquerdo da cidade, visitamos a Ponte Inca (uns 20 min de trilha) e, as 14h, iniciamos a descida da trilha, agora acompanhados do Nelo e da Jucelia.
Depois de 1h, estavamos em frente ao museu Inca, que fica no pé da trilha. Depois de ler o portfólio das obras expostas, resolvemos não entrar no museu. Pegamos nossas coisas no hostel, fizemos um lanche na praça central de águas calientes e subimos epelo grande centro comercial até chegar na estação.
Chegamos em Ollantaytambo as 20h, para descansar no bom hostel Casa del Abuelo River Side (by booking).
Nós demoramos 1,5 h, para subir as escadarias de pedra até a entrada de Machu Picchu. Lá, contratamos um dos vários guias que se oferecem na entrada... Junto com um mexicano e duas venezuelanas (grupo de 6), pagamos S/. 20 por pessoa.
O Tour Guiado durou 2h. Vale a pena ter um, se vc não é um grande conhecedor da cultura Inca e da cidade perdida.
A Jucelia e o Nelo nos encontraram assim que o tour acabou (baita sorte).
Andamos pelas ruínas, descansamos à sombra da vegetação no lado superior esquerdo da cidade, visitamos a Ponte Inca (uns 20 min de trilha) e, as 14h, iniciamos a descida da trilha, agora acompanhados do Nelo e da Jucelia.
Depois de 1h, estavamos em frente ao museu Inca, que fica no pé da trilha. Depois de ler o portfólio das obras expostas, resolvemos não entrar no museu. Pegamos nossas coisas no hostel, fizemos um lanche na praça central de águas calientes e subimos epelo grande centro comercial até chegar na estação.
Chegamos em Ollantaytambo as 20h, para descansar no bom hostel Casa del Abuelo River Side (by booking).
domingo, 22 de maio de 2016
Dia 15 - Machu Picchu
Saímos logo depois das 5h, em direção à cidade perdida dos Incas. Eu, a Paula e o Josué, pela trilha. O Nelo e a Jucelia, by bus!
Nós demoramos 1,5 h, para subir as escadarias de pedra até a entrada de Machu Picchu. Lá, contratamos um dos vários guias que se oferecem na entrada... Junto com um mexicano e duas venezuelanas (grupo de 6), pagamos S/. 20 por pessoa.
O Tour Guiado durou 2h. Vale a pena ter um, se vc não é um grande conhecedor da cultura Inca e da cidade perdida.
A Jucelia e o Nelo nos encontraram assim que o tour acabou (baita sorte).
Andamos pelas ruínas, descansamos à sombra da vegetação no lado superior esquerdo da cidade, visitamos a Ponte Inca (uns 20 min de trilha) e, as 14h, iniciamos a descida da trilha, agora acompanhados do Nelo e da Jucelia.
Depois de 1h, estavamos em frente ao museu Inca, que fica no pé da trilha. Depois de ler o portfólio das obras expostas, resolvemos não entrar no museu. Pegamos nossas coisas no hostel, fizemos um lanche na praça central de águas calientes e subimos epelo grande centro comercial até chegar na estação.
Chegamos em Ollantaytambo as 20h, para descansar no bom hostel Casa del Abuelo River Side (by booking).
Nós demoramos 1,5 h, para subir as escadarias de pedra até a entrada de Machu Picchu. Lá, contratamos um dos vários guias que se oferecem na entrada... Junto com um mexicano e duas venezuelanas (grupo de 6), pagamos S/. 20 por pessoa.
O Tour Guiado durou 2h. Vale a pena ter um, se vc não é um grande conhecedor da cultura Inca e da cidade perdida.
A Jucelia e o Nelo nos encontraram assim que o tour acabou (baita sorte).
Andamos pelas ruínas, descansamos à sombra da vegetação no lado superior esquerdo da cidade, visitamos a Ponte Inca (uns 20 min de trilha) e, as 14h, iniciamos a descida da trilha, agora acompanhados do Nelo e da Jucelia.
Depois de 1h, estavamos em frente ao museu Inca, que fica no pé da trilha. Depois de ler o portfólio das obras expostas, resolvemos não entrar no museu. Pegamos nossas coisas no hostel, fizemos um lanche na praça central de águas calientes e subimos epelo grande centro comercial até chegar na estação.
Chegamos em Ollantaytambo as 20h, para descansar no bom hostel Casa del Abuelo River Side (by booking).
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Dia 14 - Urubamba / Ollantaytambo / Águas Calientes
A noite no Casa Saywa foi show de bola... Descansamos bem. Depois do café, servido na sala de jantar da pousada, preparamos as bagagens nas motos para sair.
Guando liguei a minha moto, percebi líquido de arrefecimento vazando na frente do motor. Alguns minutos depois estávamos com a parte da frente da moto desmontada. Persebemos um possível vazamento em uma mangueira que sai (ou entra) no radiador. É possível que uma abraçadeira precise ser apertada.
Notamos que o vazamento cessou depois de um tempo. Completei o fluído de arrefecimento com um pouco de água mineral, remontamos a frente da moto e partimos de Urubamba para Olantaytambo (20km).
Foi fácil encontrarmos o hotel Casa del Abuelo Riverside, reservado para o dia seguinte, próximo ao rio, em Olantaytambo. Deixamos as bagagens guardadas no hotel e as motos estacionadas num espaço na frente do mesmo, próximo ao rio.
O pueblo de Olantaytambo é muito interessante, pois os moradores ainda vivem nas construções históricas dos Incas.
Depois de rodar pelo povoado e pelo comércio por mais de meia hora, fomos para estação, onde tomamos o trem para Águas Calientes. O percurso de trem durou 1h20min, com direito a serviço de bordo e tudo. Os trilhos seguem o rio ladeando a montanha e proporcionando paisagens deslumbrantes.
Águas Calientes é muito legal. Turistas e trilheiros pra todo lado... Gente suada chegando de Machu Picchu... Deixamos as coisas no hostal Colla Raymi e caminhamos uns 30 min até o início do caminho de mais de 2h, que amanhã nos levará à Machi Picchu. O Nelo e a Jucelia já compraram as passagens para subir de ônibus. Eu, a Paula e o Josué subiremos a pé.
Passamos no mercado público, onde compramos banana e outras frutas que a gente não conhece, além de umas barras de cereais para a caminhada do dia seguinte. Depois, comemos el Cuy (porquinho da Índia), que é típico dessa região e carne de lhama. As mulheres ficaram na carne de vaca mesmo.
Anoiteceu bonito em Águas Calientes. Amanhã, cedinho vamos caminhando para a cidade perdida dos Incas.
Guando liguei a minha moto, percebi líquido de arrefecimento vazando na frente do motor. Alguns minutos depois estávamos com a parte da frente da moto desmontada. Persebemos um possível vazamento em uma mangueira que sai (ou entra) no radiador. É possível que uma abraçadeira precise ser apertada.
Notamos que o vazamento cessou depois de um tempo. Completei o fluído de arrefecimento com um pouco de água mineral, remontamos a frente da moto e partimos de Urubamba para Olantaytambo (20km).
Foi fácil encontrarmos o hotel Casa del Abuelo Riverside, reservado para o dia seguinte, próximo ao rio, em Olantaytambo. Deixamos as bagagens guardadas no hotel e as motos estacionadas num espaço na frente do mesmo, próximo ao rio.
O pueblo de Olantaytambo é muito interessante, pois os moradores ainda vivem nas construções históricas dos Incas.
Depois de rodar pelo povoado e pelo comércio por mais de meia hora, fomos para estação, onde tomamos o trem para Águas Calientes. O percurso de trem durou 1h20min, com direito a serviço de bordo e tudo. Os trilhos seguem o rio ladeando a montanha e proporcionando paisagens deslumbrantes.
Águas Calientes é muito legal. Turistas e trilheiros pra todo lado... Gente suada chegando de Machu Picchu... Deixamos as coisas no hostal Colla Raymi e caminhamos uns 30 min até o início do caminho de mais de 2h, que amanhã nos levará à Machi Picchu. O Nelo e a Jucelia já compraram as passagens para subir de ônibus. Eu, a Paula e o Josué subiremos a pé.
Passamos no mercado público, onde compramos banana e outras frutas que a gente não conhece, além de umas barras de cereais para a caminhada do dia seguinte. Depois, comemos el Cuy (porquinho da Índia), que é típico dessa região e carne de lhama. As mulheres ficaram na carne de vaca mesmo.
Anoiteceu bonito em Águas Calientes. Amanhã, cedinho vamos caminhando para a cidade perdida dos Incas.
Dia 13 - Cusco / Urubamba
Depois do café no Jamuy Guest House (by booking.com) fizemos a manutenção nas motos.
A corrente da minha moto estava extremamente frouxa. Quando fomos soltar o eixo, constatamos a porca do eixo solta. Por isso a corrente frouxou tanto.
Na moto do Josué, vimos um parafuso que segura o cano de descarga e o suporte do bauleto caído. Estávamos improvisando uma amarração com arame quando o Josué encontrou o parafuso preso na proteção do cano de descarga.
Ainda trocamos uns R$ por S/., na Praza de Armas, estudei a saída de Cusco, e partimos de moto em direção a Urubamba, no vale Sagrado.
Antes de chegar à Urubamba, dobramos a esquerda para visitar Moray, um local onde os Incas utilizavam para aclimatação de plantas, inclusive a famosa coca, que antes dos Incas não existia nessa altitude.
Às 16h encontramos a Casa Soywa (by booking. com, mas com exigências de 50% de pagamento adiantado). Localizada ao pé da montanha Soywa, foi um dos locais mais legais que ficamos.
Jantamos Truta, às 17:30h, no restaurante Mercedes, em frente à Praza de Armas da cidadezinha de Urubamba. Excelente qualidade e preço justo!
De volta à pousada, começamos os preparativos para irmos a Machu Picchu.
A corrente da minha moto estava extremamente frouxa. Quando fomos soltar o eixo, constatamos a porca do eixo solta. Por isso a corrente frouxou tanto.
Na moto do Josué, vimos um parafuso que segura o cano de descarga e o suporte do bauleto caído. Estávamos improvisando uma amarração com arame quando o Josué encontrou o parafuso preso na proteção do cano de descarga.
Ainda trocamos uns R$ por S/., na Praza de Armas, estudei a saída de Cusco, e partimos de moto em direção a Urubamba, no vale Sagrado.
Antes de chegar à Urubamba, dobramos a esquerda para visitar Moray, um local onde os Incas utilizavam para aclimatação de plantas, inclusive a famosa coca, que antes dos Incas não existia nessa altitude.
Às 16h encontramos a Casa Soywa (by booking. com, mas com exigências de 50% de pagamento adiantado). Localizada ao pé da montanha Soywa, foi um dos locais mais legais que ficamos.
Jantamos Truta, às 17:30h, no restaurante Mercedes, em frente à Praza de Armas da cidadezinha de Urubamba. Excelente qualidade e preço justo!
De volta à pousada, começamos os preparativos para irmos a Machu Picchu.
Dia 12 - Vale Sagrado
Nosso segundo dia em Cusco foi para um tour guiado ao Vale Sagrado, onde estão diversos sítios arqueológicos.
Fizemos tudo de micro-ônibus, sem se estressar com o trânsito maluco de Cusco.
A maior parte das ruas são pavimentadas com pedras arredondadas e escorregadias, bastante inapropriadas para se andar com moto pesada. Então, meu conselho é: contrate um citytour e um tour ao Vale Sagrado em uma das várias agências que tem nos arredores da Plaza de Armas.
Os dois passeios, incluindo um almoço no restaurante InkaMaia, em Urubamba, nos custou S/. 60. É claro que vc terá que adquirir o ingresso aos locais, por S/. 130.
O tour começa às 8:30h e acaba às 19:15. Passa muito rápido. Terminamos o dia num café e em muitas lojinhas de Cusco.
Fizemos tudo de micro-ônibus, sem se estressar com o trânsito maluco de Cusco.
A maior parte das ruas são pavimentadas com pedras arredondadas e escorregadias, bastante inapropriadas para se andar com moto pesada. Então, meu conselho é: contrate um citytour e um tour ao Vale Sagrado em uma das várias agências que tem nos arredores da Plaza de Armas.
Os dois passeios, incluindo um almoço no restaurante InkaMaia, em Urubamba, nos custou S/. 60. É claro que vc terá que adquirir o ingresso aos locais, por S/. 130.
O tour começa às 8:30h e acaba às 19:15. Passa muito rápido. Terminamos o dia num café e em muitas lojinhas de Cusco.
terça-feira, 17 de maio de 2016
Dia 11 - Cusco
As 6h tomei um taxi em direção ao Aeroporto Internacional de Cusco... Um pouco mais de meia hora de espera e, finalmente encontro minha gata. Depois de 14h entre vôos e esperas em aeroportos, a Paula chegou em Cusco.
Descansamos um pouco no hotel e aproveitamos a tarde para um CityTour. Visitamos o Templo do Sol e muitos outros sitios arqueológicos nos arredores de Cusco.
Quando os espanhos chegaram, em 1532, a ideia foi tomar todo ouro e prata e destruir os templos, ídolos e deuses dos incas, além de estabelecer a religião católica. Fizeram isso com sucesso. A maioria dos sítios arqueológicos têm menos de 30% de originalidade.
Uma coisa é certa: a visita guiada vale muito a pena.
Para visitar a maioria dos sítios arqueológicos é preciso adquirir o Boleto Turistico del Cusco, válido por 10 dias, por 130 Soles, dá direito a uma visitação em 16 pontos turísticos.
Nosso guia Elvio nos deu uma aula de história!
Um dia show de bola.
Descansamos um pouco no hotel e aproveitamos a tarde para um CityTour. Visitamos o Templo do Sol e muitos outros sitios arqueológicos nos arredores de Cusco.
Quando os espanhos chegaram, em 1532, a ideia foi tomar todo ouro e prata e destruir os templos, ídolos e deuses dos incas, além de estabelecer a religião católica. Fizeram isso com sucesso. A maioria dos sítios arqueológicos têm menos de 30% de originalidade.
Uma coisa é certa: a visita guiada vale muito a pena.
Para visitar a maioria dos sítios arqueológicos é preciso adquirir o Boleto Turistico del Cusco, válido por 10 dias, por 130 Soles, dá direito a uma visitação em 16 pontos turísticos.
Nosso guia Elvio nos deu uma aula de história!
Um dia show de bola.
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